terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Amando a Deus e a família na ordem certa


Os Dez Mandamentos devem ser aplicados em todas as áreas da sociedade, especialmente na família. A Lei Moral são princípios absolutos, imutáveis e universais, ou seja, ela sempre será verdade em qualquer cultura, em todas as épocas e em todos os lugares. Não importa a geração, nem mesmo a experiência ou a falta de maturidade de vida, a Palavra de Deus dura para sempre e eternamente será reguladora para determinar como devemos viver de modo agradável diante de Deus.

O primeiro mandamento do Decálogo determina que não devemos amar ninguém acima do SENHOR Deus. Esta é uma ordem que não pode ser negociada. Somos devedores do cuidado que nossos pais dispensaram a nós. Numa outra relação, também temos um vínculo afetivo intenso com os nossos filhos, mas isso não seria motivo para amá-los acima do Senhor.

A tendência natural de supervalorizar os nossos pais e filhos acima das outras pessoas comuns é uma forma saudável de amá-los. Entretanto, isto torna-se numa atitude perigosa, quando os colocamos acima de Deus. Por isso, o nosso Senhor exige um amor exclusivo que é dEle, numa relação incomparavelmente superior em intensidade e qualidade. Isto significa que devemos amar, temer e obedecê-Lo prioritariamente acima de qualquer pessoa que valorizamos, mesmo que sejam nossos pais, ou os nossos filhos. O Senhor Jesus nos adverte declarando que "quem ama seu pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim" (Mt 10:37).

Como advertência lembremos do negativo exemplo do sacerdote Eli e os seus dois filhos, Hofni e Finéias (1 Sm 1:3-4:18). A profecia contra a casa de Eli foi terrível por causa da gravidade do seu pecado, isto é, ele idolatrava os próprios filhos. Deus reprovou o sacerdote, dizendo: "por que pisais aos pés os meus sacrífcios e as minhas ofertas de manjares, que ordenei se me fizessem na minha morada? E, tu, por que honras a teus filhos mais do que a mim, para tu e eles vos engordardes das melhores de todas as ofertas do meu povo de Israel?" (1 Sm 3:29). Qualquer sentimento por nossos filhos que supere o nosso amor e temor pelo SENHOR torna-se numa disposição ou ato de idolatria contra Deus.

A Escritura Sagrada narra a submissão de Abraão pelo SENHOR, quando Ele exigiu que o pai da fé sacrificasse Isaque sobre o monte Moriá (Gn 22:1-19). O amor e devoção de Abraão estava acima de tudo, direcionada para a glória de Deus. Ele foi honrado pela sua obediência. O Anjo do SENHOR lhe disse: "jurei, por mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho" (Gn 22:16). Por serem nossos filhos herdeiros da Aliança, devemos conduzi-los como eles são: do Senhor Deus.

Você deve amar os seus filhos e os seus pais, entretanto, adoração é algo que somente Deus merece. Não podemos obedecer aos nossos pais, se eles exigirem que façamos algo contrário à Palavra de Deus. Do mesmo modo, não devemos satisfazer aos caprichos dos nossos filhos, mimando os seus desejos pecaminosos, isto é uma forma de idolatria, porque desonramos voluntariamente a ordenança de Deus de sermos santos, e de consagrarmos tudo a Ele, em todas as circunstâncias, em especial, a nossa família. Não coloquemos a nossa família em perigo, lembre-se: Deus odeia a idolatria!

Os nossos pais e filhos precisam ter certeza de que em nossos relacionamentos estarão seguros, não porque os amamos acima de qualquer um, ou de todas as circunstâncias, mas sim, porque amamos ao Senhor sobre todas as coisas.


Autor:  Ewerton B. Tokashiki

Fonte: http://bibliacomisso.blogspot.com/

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A Oração (Frase)



"A oração em si mesma é uma arte que somente o Espírito Santo pode nos ensinar. Ele é o doador de todas as orações. Rogue pela oração - ore até que consiga orar, ore para ser ajudado a orar e não abandone a oração porque não consegue orar, pois nos momentos em que você acha que não pode, é que realmente está fazendo as melhores orações. Às vezes quando você não sente nenhum tipo de conforto em tuas súplicas e teu coração está quebrantado e abatido, é que realmente está lutando e prevalecendo com o Altíssimo."
 
Charles H. Spurgeon (1834-1892)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A Missão da Igreja

Por: 
John Newton

A missão da igreja não é reformar o mundo, nem erradicar as suas práticas más. Nosso único propósito é pregar o evangelho de Cristo. Se homens e mulheres chegarem a amar o Salvador, não há dúvida de que a conduta exterior deles será transformada. As seguintes palavras foram ditas por John Newton em uma conferência de pastores, em janeiro de 1778. Ele estava falando sobre como a igreja pode realizar transformações morais no mundo. Seus comentários se mostram tão apropriados hoje como o foram na sua época.

“O evangelho de Cristo, o glorioso evangelho do Deus bendito, é o único instrumento eficaz para transformar a humanidade. O homem que possui e sabe como utilizar esta grande e maravilhosa ferramenta, se posso fazer esta comparação, conseguirá facilmente aquilo que, de outro modo, seria impossível. O evangelho remove as dificuldades intransponíveis à capacidade humana: faz o cego ver e o surdo ouvir; amolece o coração de pedra; ressuscita aquele que estava morto em ofensas e pecados para um vida de retidão.

Nenhuma outra força, exceto a do evangelho, é suficiente para remover os imensos fardos de culpa de uma consciência despertada; para aquietar o ardor de paixões incontroláveis; para levantar uma alma mundana atolada no lamaçal da sensualidade e da avareza, para uma vida divina e espiritual, uma vida de comunhão com Deus.

Nenhum sistema, exceto o evangelho, é capaz de transmitir motivos, encorajamentos e perspectivas suficientes para resistir e frustrar todas as armadilhas e tentações com as quais o espírito deste mundo, com suas carrancas ou com seus sorrisos, se esforça para intimidar e afastar-nos do caminho do dever. Mas o evangelho, entendido corretamente e recebido com alegria, trará vigor ao desanimado e coragem ao temeroso. Tornará generoso o mesquinho, moldará a lamúria em bondade, amansará a fúria de nosso íntimo. Em resumo, o evangelho dilata o coração egoísta, enchendo-o com um espírito de amor para com Deus, de obediência alegre e irrestrita para com a vontade dEle, bem como de benevolência para com os homens.”
 
 
Fonte: http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=160

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Posse: SAF e UPH para 2012 – Fotos


No último domingo, (dia 20 de novembro de 2011) durante o culto solene da IP em Pintadas, foi realizado a posse das novas diretorias - SAF (Sociedade Auxiliadora Feminina) e da UPH (União Presbiteriana de Homens)  da referida igreja para o ano de 2012, que ficou assim constituída:

Nova Diretoria da SAF:

Presidente: Miraná Almeida Mota
Vice-Presidente: Josemilda de Lima Sampaio
1ª Secretária: Enilda Bandeira Mendes Sampaio
2ª Secretária: Edilene Pedreira de Almeida
Tesoureira: Joanice Guimarães da Silva

Nova Diretoria da UPH:

Presidente: Diácono Edson
Vice-Presidente: Dejalma
1ª Secretário: Presb. Derneval Pedreira
2ª Secretário: Diácono Gildásio
Tesoureiro: Diácono Francisco

Rogamos a Deus as mais ricas bênçãos sobre as novas diretorias, que o Senhor continue capacitando os seus servos e servas e que o trabalho nessa igreja
continue sendo uma grande benção.

Veja as fotos da posse;













sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Esposa: Seu marido é seu senhor






Por
rev. Samuel Gueiros Vitalino

O texto de I Pedro 3:5,6 deixa as mulheres de cabelo em pé, pois no contexto de falar de submissão, Pedro trás o exemplo de Sara, que sendo grande exemplo a ser seguido, chamava Abraão de Senhor, e assim, diz Pedro, as mulheres crentes devem agir.
Não existe dúvida que nossa sociedade rejeitaria tamanha reverência de mulheres aos seus maridos, mas eu gostaria de abordar aqui a razão pela qual Pedro faz essa retumbante declaração, e eu espero que isso sirva às mulheres com o propósito de fazer-lhes entender o seu papel e ainda, consolá-las quanto às conseqüências dessa assertiva aos homens.
Primeiro, entendamos rapidamente o texto. Os versos de 1-6 são dirigidos por Pedro às mulheres e apenas o verso 7 aos homens. Ele vem dando, desde I Pedro 2:11,12 alguns conselhos aos peregrinos e forasteiros - que na época eram literalmente dispersos (1:1), mas que se aplica a todos os crentes – a se comportarem frente a suas autoridades:
  1. Governamentais (2:13-17), mesmo que sejam maus naquilo que fazem;
  2. Patronais (2:18-25), mesmo quando são injustos; e agora:
  3. Familiares (3:1-7), mesmo quando eles não obedecem a Palavra.
E é aqui que as dúvidas começam, pois como ser submissa a alguém que não conhece a Palavra, como o Apóstolo sugere?
Irmãs, esse texto não deve ser visto por vocês com tristeza ou peso, mas ao contrário, como pretendo mostrar aqui.
Sempre que se fala desse texto, pensa-se imediatamente que ele fala do jugo desigual, e, de fato, há aplicações fortíssimas, pois mesmo em jugo desigual a verdade desse texto não muda e nem tampouco suas aplicações. Sendo claro, se você for casada com um descrente e ele mandar que você não vá para a Igreja, você deverá obedecê-lo, pois é seu dever criacional fazê-lo. Espero que as moças leiam isso com muita atenção antes de cometer tamanha loucura. Mas...
Parece que esse texto não fala diretamente a casais em jugo desigual, mas se aplica a crentes que não obedecem a verdade, e bem que isso acontece com freqüência. Daí entendermos porque Abraão e Sara foram trazidos como o casal exemplo do texto nos versos 6,7.
Sendo bem prático: Abraão não obedeceu a verdade quando mandou Sara se passar por sua irmã no Egito e ela corria riscos terríveis ali (Gênesis 12:10-20), e por mais que Sara não concordasse com aquela postura de seu marido, obedecia porque Abraão é o seu Senhor (kurios – mesma palavra usada para o Senhor).
Qual a consequência disso? Aí é onde os homens é que devem tremer diante das verdades do versículo 7 (algumas delas eu já coloquei nesse post: http://bibliacomisso.blogspot.com/2010/09/reforma-comeca-em-casa.html), mas no contexto dos versos anteriores, os homens assumem toda a responsabilidade quando não obedecem a Palavra e suas esposas lhe obedecem (como manda a Palavra).
Notem que isso é quase uma revolução ao pensamento atual que reza que as mulheres devem desobedecer seus maridos quando pensam que farão algo errado, mas esse texto mostra que tamanha responsabilidade os homens precisam carregar, pois como o Senhor, com quem são comparados, eles precisam assumir a culpa pelos erros de suas esposa, assim como Cristo o fez pela Igreja (Cf. Efésios 5:25 e contexto).
Então quando Sara obedeceu Abraão e lhe chamava de Senhor, lembrava a ele da responsabilidade que tinha até mesmo pelos atos que ela realizava. O casamento perfeito diante de Deus é aquele em que o homem é homem de verdade e não divide responsabilidades com a esposa, mas coloca todas elas sobre as suas costas, mas divide todas as glórias e louros, como alguns exemplos Bíblicos nos lembram:
  • Adão levou a culpa pelo pecado de Eva, mas ainda assim lhe deu o nome de Vida!
  • Salomão era o Rei sábio e poderoso, mas louvou a virtuosidade e dividiu a glória com sua Sulamita.
  • José sairia sem difamar Maria, mesmo quando pensava ter sido traído por ela, pois ela estava grávida sem que tivessem coabitado.
  • Finalmente, Jesus paga o preço por cada erro de sua noiva Igreja e a convida para gozar as mais deliciosas bênçãos juntamente com ele e sua herança.
Se você é mulher, descanse na submissão ao seu esposo, pois a responsabilidade é dele.
Se você for homem, assuma. Essa é a sua responsabilidade!


Fonte: www.ipb.org.br
Fonte original: Blog http://bibliacomisso.blogspot.com