quarta-feira, 15 de abril de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Você não pode servir a dois senhores
Por: Kevin DeYoung.
Você pode ter dois amigos. Você pode ter dois hobbies. Você pode até ter dois empregos. Mas você não pode ter dois senhores.
Escravidão é absoluta, ela exige tudo o que é seu — todo o seu tempo, toda a sua lealdade, todo o seu trabalho, todo o seu coração, toda a sua alma. Você pode tentar ter dois senhores, mas não vai funcionar. Você vai acabar se devotando a um e desprezando o outro.
Você pode até pensar que pode ser um cristão, amar Jesus, ir à igreja e ser apaixonado pelo evangelho e ter um pequeno caso com o dinheiro, ou flertar com o orgulho, ou desfrutar dos frutos da revolução sexual nos fins de semana. Não vai funcionar. Você não pode se casar com Jesus e pular a cerca.
Pelo que você tem trabalhado? Com o que tem sonhado? Para que você vivido? O que você não consegue viver sem? “Se eu tivesse ________, eu seria feliz”. O que preenche o espaço em branco? Filhos, cônjuge, netos, casa, emprego, saúde, riqueza, prosperidade?
Você se lembra da parábola do semeador e dos solos? Cada planta cresce um pouco mais e chega um pouco mais perto de conseguir. Aquela que parece boa por um bom tempo é a planta que cresce da semente lançada entre os espinheiros. Ela cresce por um tempo, mas depois é sufocada pelos enganos das riquezas e as preocupações da vida. Muitos jovens “cristãos” promissores são exauridos pelos cuidados deste mundo e a loucura da vida. Isso acontece o tempo todo. Talvez esteja acontecendo comigo.
Você não pode servir a dois senhores. Jesus não busca uma divisão de 60-40%. Ele exige sua total lealdade, completa rendição, inequívoca adoração. Não engula as mentiras que você tem ouvido do dinheiro, do orgulho e do sexo. Só Deus dá a você real valor. Só Deus dá a você real encorajamento. Só Deus fará de você verdadeiramente especial e verdadeiramente amado. Só Deus pode dar a você real segurança. Se você só pode servir a um senhor, certifique-se de escolher sabiamente.
Fonte: Voltemosaoevangelho.com
domingo, 1 de março de 2015
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
A observância do domingo, o dia do Senhor
A redenção precede a santidade. Antes de dar a lei moral para o seu
povo, Deus falou-lhe de seu resgate da escravidão (Ex 20.1,2). Porque
somos o povo da aliança, devemos observar os preceitos do pacto. Deus
nos deu um dia da semana para cessarmos nossas atividades comuns, a fim
de cultivarmos um relacionamento profundo com ele. A observância do dia
do Senhor é uma expressão do amor de Deus por nós e uma oportunidade
para estreitarmos nossa comunhão com ele e nos deleitarmos nele. Devemos
nos alegrar em Deus mais do que nas bênçãos de Deus. Deus é melhor do
que suas dádivas.
O sábado judaico foi substituído pelo domingo, o dia do Senhor. O
sábado marca o fim da obra da criação e o domingo o fim da obra da
redenção. Deus designou um dia inteiro em cada sete (Is 56.2-7), que era
o sábado desde o princípio do mundo até a ressurreição de Cristo (Gn
2.3) e o domingo desde então, e há de assim continuar até o fim do mundo
(At 20.7; 1Co 16.2). Cristo consumou a obra da redenção na cruz e
ressuscitou no domingo (Mt 28.1-6). Ele apareceu aos seus discípulos no
domingo (Jo 20.19-29). Num domingo, o Espírito Santo foi derramado (At
2.1-4). Num domingo, a igreja cristã se reunia para ofertar e adorar
(1Co 16.2) e celebrar a ceia (At 20.7). Num domingo Jesus apareceu a
João na Ilha de Patmos para trazer-lhe a revelação apocalíptica (Ap
1.10). Desde então, a igreja cristã, ao longo dos séculos tem separado o
primeiro dia da semana, o dia do Senhor, para dedicar-se e consagrar-se
a Deus e à sua obra.
Os apóstolos, os nossos primeiros pais, os reformadores, os puritanos
e aqueles que nos legaram o evangelho tiveram um santo zelo na
observância do dia do Senhor. Entretanto, a secularização que invadiu a
nossa cultura tem influenciado de tal forma a igreja, que os cristãos
contemporâneos estão desprezando essa observância. Poucos são os crentes
que se preparam espiritualmente para virem à Casa de Deus no domingo.
Muitas vezes, enchemos de tal maneira a nossa agenda no sábado à noite,
que no domingo ausentamo-nos da igreja, ou chegamos atrasados ou até
mesmo comparecemos, mas com uma séria indisposição físico-mental para
estudar as Escrituras. Há aqueles que substituem o culto do dia do
Senhor por quaisquer outros compromissos, dando clara evidência de que
relegam a um plano secundário a observância desse preceito bíblico. Na
verdade, temos pecado contra Deus neste aspecto. Precisamos nos
arrepender e voltarmo-nos ao ensino das Escrituras. Precisamos preparar
os nossos corações e de antemão ordenar os nossos negócios ordinários
(Ex 16.22-30; Ne 13.15-22; Lc 23.56), a fim de descansarmos de nossos
labores seculares (Ex 20.8-11; Jr 17.21,22) e recreações (Is 58.13,14)
para nos ocuparmos em exercícios públicos e particulares de culto e
também nos deveres de necessidade e misericórdia (Lc 4.16; Lv 23.3; At
20.7).
O desprezo do dia do Senhor traz consequências graves para a família e
para a igreja. As diversões, a televisão, os esportes, ou mesmo a
ociosidade no dia do Senhor estão levando os crentes à indolência
espiritual. Estamos sendo engolidos pelo secularismo que despreza a Deus
e sua santa Palavra. Precisamos nos voltar para o Senhor, lembrarmo-nos
do dia do Senhor com santo deleite e profusa alegria. Na geração do
descompromisso, do relativismo moral, da apatia espiritual, do
misticismo heterodoxo, é preciso que a igreja se arrependa, se humilhe e
se levante no poder do Espírito para viver de modo digno de Deus. É
tempo de resgatarmos a observância fiel e zelosa do dia do Senhor!
Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br
sexta-feira, 9 de maio de 2014
8 agradecimentos inusitados para uma mãe
Meu filho acaba de fazer 2 aninhos — ele
delegou a mim a tarefa de comprar um cartão de Dia das Mães e escrever
uma mensagem nele. Eu o estou treinando para dizer: “Obrigado, mamãe” e
“Eu te amo, mamãe” (embora na hora saia, na melhor das hipóteses:
“Obigado mamaim!” e “Eu tamu mamaim!”).
Mas espero que ele agradeça pelo que
daqui a 20 anos, quando ele olhar para trás tendo crescido com uma mãe
cristã? Aqui está o que eu adoraria que ele dissesse aos 22 anos de
idade, quando der à sua mãe chocolates de Dia das Mães (chocolates, não
flores, filho — chocolates tendem a ser compartilhados com os pais, mas
flores só servem para ser olhadas em cima da mesa).
1. Obrigado por priorizar Cristo em detrimento de mim.
Você me ensinou, por meio da palavra ide,
que eu não sou o centro do seu mundo, porque eu não sou o centro do
mundo. E você me contou quem tem essa posição: o Senhor Jesus. Você
nunca me permitiu mandar em nossa casa, e você sempre deixou claro que
as minhas opiniões e preferências, embora importantes, não são
imposições. Obrigado pelas vezes que você não foi capaz de passar tempo
comigo, porque estava ministrando para outra pessoa. Obrigado pelas
vezes que você não foi capaz de gastar dinheiro comigo, porque você o
havia dado a outra pessoa. Obrigado porque, ao nunca me tratar como a
pessoa mais importante da sua vida, você me direcionou para a Pessoa
mais importante no cosmos.
2. Obrigado por me mostrar graça, não obras.
Você fez tanto por mim, e nunca jogou na
minha cara para me fazer sentir culpa, nunca sugeriu que o seu amor
dependesse de que eu alcançasse determinado padrão, nunca guardou rancor
após eu te desapontar, nunca se perguntou em voz alta: “Por que eu
ainda tento?” Nos esportes e na escola, eles me ensinaram que os
melhores vencem, e que o trabalho recompensa. Em casa, você me ensinou
que eu não preciso ser bom o suficiente para ser aceito, que o amor é
generoso. E obrigado por me disciplinar de forma justa e firme, e por me
perdoar completa e repetidamente. Obrigado porque os limites eram
claros, e as explicações eram sempre curtas.
3. Obrigado por me mostrar arrependimento, não falsa perfeição.
Você cometeu erros — muitos erros.
Obrigado por não inventar desculpas por eles ou diminui-los. Obrigado
por parar e pedir desculpas a mim e a Deus na minha frente. Obrigado por
você saber que você era perdoada, e por viver como se de fato fosse. E
obrigado por sempre me apoiar, mas nunca inventar desculpas para o meu
pecado ou me deixar pensar que eu era bom o suficiente para Deus.
Obrigado porque aprendi de você a não vestir uma máscara de justiça
própria, ao invés disso, você me ensinou a desfrutar o colocar as vestes
da verdadeira justiça de Cristo.
4. Obrigado por se preocupar mais com o meu caráter do que com as minhas habilidades.
Você me encorajou a ser gentil,
atencioso e paciente, mais do que insistiu que eu fosse bem na escola,
aprendesse um instrumento ou me aperfeiçoasse em um esporte. Não é que
você não tenha me ajudado com o dever de casa, ou não tenha me feito
praticar música, ou não tenha me levado ao futebol; mas eu sempre soube
que quem eu era e quem eu estava me tornando importava mais do que o que
eu era capaz de fazer.
5. Obrigado por saber que me evangelizar era trabalho seu e do papai
Obrigado por ter me contado histórias
bíblicas, cantado canções bíblicas comigo, orado comigo e me contado a
respeito de Deus enquanto passávamos pelas nossas tarefas e passeios
diários. Obrigado porque você não pensou que poderia delegar esse
trabalho aos meus líderes do ministério infantil ou de adolescentes.
Obrigado por não ter forçado Cristo em toda conversa, como se
mencioná-lo em cada frase me fizesse converter, mas obrigado por ele não
ter precisado ser forçado, porque ele era um companheiro constante da
nossa família. Obrigado porque eu sou um daqueles filhos que não se
lembram da primeira vez que ouviram a respeito do Senhor Jesus, e não se
lembram de um dia sequer não ter ouvido a respeito dele.
6. Obrigado por amar o papai.
Ele comete erros também (mais do que
você, mamãe). Obrigado por você tê-lo amado, por tê-lo perdoado quando
precisou e pedido perdão quando precisou; por ter rido com ele; por ter
sido carinhosa com ele; por ter se submetido a ele; por ter chorado com
ele. Obrigado por ter feito todas essas coisas na minha frente, de
maneira que, por causa da esposa que você foi para ele, eu pudesse saber
o que significa ser um homem, marido e pai cristão.
7. Obrigado por me dar chances de servir.
Frequentemente, servir as pessoas com
você era muito divertido, mãe, quando cozinhávamos juntos, fazíamos
visitas juntos, fazíamos cartões juntos. Mas, às vezes, era chato,
cansativo ou custoso. Mas obrigado por termos feito isso mesmo assim, e
por termos feito juntos. Obrigado por nunca ter me protegido da
realidade da vida cristã — você nunca me permitiu pensar que a igreja se
tratava só das minhas necessidades, ou que no serviço eu deveria ser
sempre aquele que recebe. Obrigado por sempre ter me oferecido uma cruz
para carregar, conforme você carregava a sua. Mas obrigado por você
sempre ter explicado o motivo de servirmos os outros, e por eu ter
aprendido (lentamente) a me alegrar por poder servir o Cristo que havia
me servido.
8. Obrigado por me mostrar o que é amor sacrificial.
Todos os dias da minha vida, desde o
primeiro deles, você fez algo por mim que era difícil ou custoso para
você. Na maneira que você exerceu a maternidade comigo, eu posso ver o
reflexo de como Cristo viveu e morreu por mim. Você me mostrou Cristo.
Tradução: Alan Cristie; Original: 8 agradecimentos inusitados para uma mãe ; Copyright © 2014 Voltemos ao Evangelho; website: www.voltemosaoevangelho.com.Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
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