sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Perguntas aos Testemunhas de Jeová
Por
Martyn McGeown
Tradução:
Daniel Leite Guanaes de Miranda
1. Em Jo 20.28, Tomé se refere a Jesus (em grego) como ho
kurios moi kai ho theos moi. Essa tradução é, literalmente, “o Senhor meu e
o Deus meu”. Por que Jesus, em Jo 20.29, afirma Tomé ter chegado a essa
compreensão (por que me viste, creste?)? Se Jesus, de fato, não fosse o Senhor
e Deus de Tomé, porque ele não o corrigiu, por ter feito uma suposição falsa ou
uma afirmação blasfema?
2. Jeová diz, em Is 44.24: “Eu sou o Senhor que faço
sozinho todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a
terra.” Como você concilia esse texto com o ensino de que Jeová criou primeiro
a Cristo e, depois, Cristo criou todas as demais coisas?
3. Se, como os Atalaias ensinam, o título do Senhor Jesus
como o “primogênito” em Colossenses 1 refere-se ao “primeiro ser criado”, e não
a um termo de preeminência, como você explica Jr 31.9, no qual Deus declara que
Efraim é seu primogênito? É claro, nas Escrituras, que Manassés, e não Efraim,
foi o primogênito no tempo. Não seria Jesus, portanto, como Criador, supremo
sobre a criação, e não apenas o primeiro ser criado por Jeová?
4. Se somente Deus pode salvar e se não há outro Salvador
além do Senhor (Is 43.11), não estariam as referências neotestamentárias que
falam de Jesus como Salvador apontando sua divindade? Se não, então como você
pode conciliar a declaração de Jesus como Salvador com Is 43.11 e Oséias 13.4?
5. Se Jesus se colocou em igualdade com o Pai como o
próprio objeto da fé do homem (como ele fez em Jo 14.1), não teria sido isso
uma blasfêmia, a menos que Jesus, de fato, fosse verdadeiramente Deus e
Salvador? Similarmente, como pode ser a vontade do Pai “que todos honrem o
Filho, como honram o Pai” (Jo 5.23), se Deus afirma em Isaías 48.11 que “Ele
não dará sua glória a ninguém”? De igual forma, como você interpreta as
palavras de Jesus em Jo 17.5, à luz de tudo o que foi acima considerado?
6. Como você concilia o discurso de Jeová em Dt 32.39, “e
mais nenhum Deus há além de mim” e o discurso em Is 45.5, “Eu sou o Senhor, e
não há outro”, com o ensino dos Atalaias de que Jeová é Deus e Jesus é um Deus
além dele (veja Jo 1.1 na Bíblia Tradução do Novo Mundo).
7. Em Lc 20.38 nós lemos que “Deus não é Deus dos mortos e
sim de vivos”. A palavra grega theos (Deus) é usada sem o artigo
definido ho (o). Já que a divindade de Jeová não é diminuída pela
construção grega em Lc 20.38, por que seria diminuída em Jo 1.1, se a mesma
construção grega é utilizada?
8. Se Jesus é apenas “um deus”, como ensina a versão
Tradução do Novo Mundo, ele é um Deus bom ou mau?
9. Considerando que todos os “Eu sou” de Jesus no evangelho segundo João (Eu sou o pão da vida, eu sou o bom pastor, etc.) estão claramente relacionados uns com os outros, por que a TNM traduz corretamente ego eimi como “Eu sou” em todo o evangelho segundo João, a não ser na passagem de Jo 8.58, na qual ego eimi é traduzido como “eu tenho sido”? Por que os judeus quiseram apedrejar Jesus em Jo 8, se tudo o que ele disse foi “Antes de Abraão, eu tenho sido”, e não usou o nome divino “Eu Sou”, de Ex 3.14?
10. Considerando que Jeová é chamado de “Deus Forte” em Is
10.21, assim como Jesus é chamado de “Deus Forte” em Is 9.6, isso não significa
que os Atalaias estão errados quando alegam que “Deus forte” é uma referência a
uma divindade menor (Jr 32.18)?
11. Considerando que Jesus é o mesmo ontem, hoje e
eternamente (Hb 13.8), como podem os Testemunhas de Jeová afirmar que ele foi
um anjo, se tornou um homem, e voltou a ser um anjo novamente?
12. Considerando que Miguel, o arcanjo, não pôde reprovar
Satanás por sua própria autoridade (Jd 9), mas Jesus pôde e fez (Mt 4.10), isso
não prova que Jesus e o arcanjo Miguel não podem ser a mesma pessoa?
13. Jesus disse em Lc 24.39 que ele não era um espírito e
provou isso ao mostrar que tinha um corpo de carne e osso. Como isso se
relaciona com o ensino dos Atalaias de que Jesus ressuscitou como uma criatura
espiritual, sem corpo físico?
14. Considerando que Jesus disse que reconstruiria o
santuário (Jo 2.19) e, por “santuário”, ele se referia ao seu corpo, como Jo
2.21 nos mostra (“Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo”), não
estaria Jesus ensinando a ressurreição do seu corpo, nessa passagem?
15. Como Jeová pode ser o Senhor dos senhores (Sl 136.3, Dt
10.17) e dividir esse título com Jesus em Apocalipse 17.14?
16. Como Jeová pode ser o primeiro e o último (Is 44.6), se
Jesus recebeu esse título em Apocalipse 1.17?
17. Como Jeová pode ser o único diante de quem todo joelho
se dobrará (Is 45.22-23) e Jesus receber a mesma honra (Fl 2.10-11)?
18. Se em Isaías 40.3 o caminho está sendo preparado para o
Senhor, por que Marcos aplica essa passagem a Jesus? João Batista não estava
preparando o caminho para Jesus? Como podemos então escapar da tese de que
Jesus é o Senhor?
19. Em Apocalipse 22.12-13, o único que está voltando é
Jesus, identificado como o Alfa e o Ômega. Como, então, escapar da conclusão
que Apocalipse 1.8 também se refere a Jesus (Alfa e Ômega) e o chama de “Todo-Poderoso”?
20. Se em 1Co 8.6 existe um só Senhor, chamado Jesus Cristo,
isso significa que o Pai não é Senhor? Como, então, os Atalaias podem dizer que
o título de Jeová como único Deus exclui a possibilidade da divindade de
Cristo?
21. Se o nome de Jeová é o único nome para a salvação (Is 43.11), por que Atos 4.12 diz sobre Jesus: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”? Não é verdade que Jesus é a salvação de Jeová, “Deus conosco” (Mt 1.23) como nosso Salvador?
22. Na tradução Novo Mundo, a palavra grega proskuneo usada
em referência a Deus é sempre traduzida por adoração (Ex: Ap 5.14; 7.11; 11.16;
19.4; Jo 4.20, etc.). Todavia, toda vez que proskuneo é usada em
referência a Jesus, é traduzida por obediência (Mt 14.33;28.9,17; Lc 24.52, Hb
1.6; etc.), mesmo sendo a mesma expressão grega. Qual a razão para essa
inconsistência?
23. Colossenses 1.16, discorrendo sobre Jesus, ensina: “Tudo
foi criado por meio dele e para ele”. Os Atalaias sustentam que Jesus foi o
arcanjo Miguel, na criação. Pode um anjo criar todas as coisas para si mesmo?
Como explicar isso, já que o Deus Todo-Poderoso criou todas as coisas para seu
próprio prazer, conforme Apocalipse 4.11?
24. Se os salvos que já estão mortos não têm consciência,
como Apocalipse 14.13 os descreve como “abençoados” e como seres que estão “desfrutando
o descanso”? Similarmente, como os ímpios mortos podem “não descansar de dia
nem de noite… para sempre”, se eles foram aniquilados e não existem mais?
25. Se o Espírito Santo é uma força impessoal, como Ananias
pode ter mentido para Ele e como Ele pode ter sido chamado de Deus, em At
5.3,4? Como uma força impessoal pode ser blasfemada (Mt 12.31)? Como uma força
impessoal pode ser entristecida (Ef 4.30)? Como uma força impessoal pode ter
vontade (1Co 12.11)? Como uma força impessoal pode ter “mente”, já que ele
sonda (a mesma palavra usada em Jo 5.39) as profundezas de Deus e conhece a
mente de Deus? Como uma força impessoal pode ensinar (Jo 14.26), ordenar (At
8.29; 13.2) e orar (Rm 8.26)?
26. A Bíblia usa coisas impessoais para descrever o
Espírito, tais como água e fogo. Os Atalaias argumentam, por isso, que Ele não
é uma pessoa. Devemos dizer, então, que Deus, chamado de “Fogo Consumidor”, é
uma força impessoal?
27. Considerando que Efésios 2.8-9 ensina que a salvação é
pela graça, mediante a fé, e que a fé não é fruto de obras, mas é um dom de
Deus (Tt 3.5; Rm 3.20; Gl 2.16), porque os Atalaias ensinam salvação pelas
obras?
28. Paulo afirma: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão
na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para
mim, e eu, para o mundo. (Gl 6.14)” Em que você se gloria? Será que você pode
verdadeiramente fazer a confissão de Paulo e sustentar a doutrina da salvação
das Testemunhas de Jeová?
Fonte: http://www.cprf.co.uk/
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
O que é IPB
Por Alderi Souza de
Matos[1]
A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma federação de igrejas que têm em comum uma história, uma forma de governo, uma teologia, bem como um padrão de culto e de vida comunitária. Historicamente, a IPB pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, tendo surgido no Brasil em 1859, como fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos. Suas origens mais remotas encontram-se nas reformas protestantes suíça e escocesa, no século 16, lideradas por personagens como Ulrico Zuínglio, João Calvino e João Knox. O nome “igreja presbiteriana” vem da maneira como a igreja é administrada, ou seja, através de “presbíteros” eleitos democraticamente pelas comunidades locais. Essas comunidades são governadas por um “conselho” de presbíteros e estes oficiais também integram os concílios superiores da igreja, que são os presbitérios, os sínodos e o Supremo Concílio. Os presbíteros são de dois tipos: regentes (que governam) e docentes (que ensinam); estes últimos são os pastores.
Em 2005, a Igreja Presbiteriana do Brasil tinha aproximadamente 4.800 igrejas locais e congregações, 263 presbitérios, 64 sínodos, 3.800 pastores, 415.500 membros comungantes e 125.000 membros não-comungantes (menores), estando presente em todos os estados da federação.
Em
Quanto à sua teologia, as igrejas presbiterianas são herdeiras do pensamento do reformador João Calvino (1509-1564) e das notáveis formulações confessionais (confissões de fé e catecismos) elaboradas pelos reformados nos séculos 16 e 17. Dentre estas se destacam os documentos elaborados pela Assembléia de Westminster, reunida em Londres na década de 1640. A Confissão de Fé de Westminster, bem como os seus Catecismos Maior e Breve, são adotados oficialmente pela IPB como os seus símbolos de fé ou padrões doutrinários. Outras igrejas presbiterianas adotam documentos adicionais, como a Confissão Belga e o Catecismo de Heidelberg. O conjunto de convicções presbiterianas, conforme expostas no pensamento de Calvino, de outros teólogos e dos citados documentos confessionais, é denominado teologia calvinista ou teologia reformada. Entre as suas ênfases estão a soberania de Deus, a eleição divina, a centralidade da Palavra e dos sacramentos, o conceito do pacto, a validade permanente da lei moral e a associação entre a piedade e o cultivo intelectual.
No seu culto, as igrejas presbiterianas procuram obedecer ao chamado princípio regulador. Isso significa que o culto deve ater-se às normas contidas na Escritura, não sendo aceitas as práticas proibidas ou não sancionadas explicitamente pela mesma. O culto presbiteriano caracteriza-se por sua ênfase teocêntrica (a centralidade do Deus triúno), simplicidade, reverência, hinódia com conteúdo bíblico e pregação expositiva. Na prática, nem todas as igrejas locais da IPB seguem criteriosamente essas normas bíblicas, embora elas tenham caracterizado historicamente o culto reformado. Os problemas causados pelo afastamento desses padrões têm levado muitas igrejas a reconsiderarem as suas práticas litúrgicas e resgatarem a sua herança nessa área fundamental. Quando se diz que o culto reformado é solene e respeitoso, não se implica com isso que deva ser rígido e sem vida. O verdadeiro culto a Deus é também fervoroso e alegre.
Finalmente, a vida das igrejas presbiterianas brasileiras não se restringe ao culto, por importante que seja. Essas igrejas também valorizam a educação cristã dos seus adeptos através da Escola Dominical e outros meios; congregam os seus membros em diferentes agremiações internas para comunhão e trabalho; têm a consciência de possuir uma missão dada por Deus, a ser cumprida através da evangelização e do testemunho cristão. Muitas igrejas locais se dedicam a outras atividades em favor da comunidade mais ampla, como a manutenção de escolas, creches, orfanatos, ambulatórios e outras iniciativas de promoção humana. Cada igreja possui um grupo de oficiais, os diáconos, cuja função primordial é o exercício da misericórdia cristã. O presbiterianismo tem uma visão abrangente da vida, entendendo que o evangelho de Cristo tem implicações para todas as áreas da sociedade e da cultura.
DE ONDE VIEMOS?
O presbiterianismo ou movimento reformado nasceu da Reforma Protestante do século 16. Pouco depois que protestantismo começou na Alemanha, sob a liderança de Martinho Lutero, surgiu uma segunda manifestação do mesmo no Cantão de Zurique, na Suíça, sob a direção de outro ex-sacerdote, Ulrico Zuínglio (1484-1531). Para distinguir-se da reforma alemã, esse novo movimento ficou conhecido como Segunda Reforma ou Reforma Suíça. O entendimento de que a reforma suíça foi mais profunda em sua ruptura com a igreja medieval e em seu retorno às Escrituras fez com que recebesse o nome de movimento reformado e seus simpatizantes ficassem conhecidos simplesmente como “reformados”.
Ao morrer, em 1531, Zuínglio teve um hábil sucessor na pessoa de João Henrique Bullinger (1504-1575). Todavia, poucos anos mais tarde surgiu um líder que se destacou de todos os outros por sua inteligência, dotes literários, capacidade de organização e profundidade teológica. Esse líder foi o francês João Calvino (1509-1564), que concentrou os seus esforços na cidade suíça de Genebra, onde residiu durante 25 anos. Através da sua obra magna, a Instituição da Religião Cristã ou Institutas, comentários bíblicos, tratados e outros escritos, Calvino traçou os contornos básicos do presbiterianismo, tanto em termos teológicos quanto organizacionais, à luz das Escrituras Sagradas.
Graças aos seus escritos, viagens, correspondência e liderança eficaz, Calvino exerceu enorme influência em toda a Europa e contribuiu para a difusão do movimento reformado em muitas de suas regiões. Dentro de poucos anos, a fé reformada fincou sólidas raízes no sul da Alemanha (Estrasburgo, Heidelberg), na França, nos Países Baixos (as futuras Holanda e Bélgica) e no leste europeu, onde surgiram comunidades reformadas em países como Polônia, Lituânia, Checoslováquia e especialmente a Hungria. Em algumas dessas nações, a reação violenta da Contra-Reforma limitou ou sufocou o novo movimento, como foram, respectivamente, os casos da França e da Polônia. As igrejas calvinistas nacionais da Europa continental ficaram conhecidas como “igrejas reformadas” (por exemplo, Igreja Reformada da França).
Outra região da Europa em que a fé reformada teve ampla aceitação foram as Ilhas Britânicas, particularmente a Escócia, cujo Parlamento adotou o presbiterianismo como religião oficial em 1560. Para tanto foi decisiva a atuação do reformador João Knox (1514-1572), que foi discípulo de Calvino em Genebra. Foi nessa região que surgiu a designação “igreja presbiteriana”. Na Inglaterra e na Escócia dos séculos 16 e 17, o presbiterianismo representou uma posição ao mesmo tempo teológica e política. Com esse termo, as igrejas reformadas declaravam que não queriam uma igreja governada por bispos nomeados pelo estado (episcopalismo), e sim por presbíteros eleitos pelas comunidades. Foi na Inglaterra que, em meio a uma guerra civil, o Parlamento convocou a Assembléia de Westminster (1643-1649), que elaborou os documentos confessionais mais amplamente aceitos pelos presbiterianos ao redor do mundo.
Nos séculos 17 e 18, milhares de calvinistas emigraram para as colônias inglesas da América do Norte. Muitos deles abraçavam a teologia de Calvino, mas não a forma de governo eclesiástico presbiterial proposta por ele. Foi esse o caso dos puritanos ingleses que se estabeleceram na Nova Inglaterra. Ao mesmo tempo, as colônias norte-americanas também receberam muitas famílias presbiterianas emigradas da Escócia e do norte da Irlanda. Foram essas pessoas que eventualmente criaram a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, cujo primeiro concílio, o Presbitério de Filadélfia, foi organizado em 1706 sob a liderança do Rev. Francis Makemie, considerado o “pai do presbiterianismo norte-americano”. O primeiro Sínodo foi organizado em 1717 e a Assembléia Geral em 1789. Em 1859, a Junta de Missões Estrangeiras da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos enviou ao Rio de Janeiro o Rev. Ashbel Green Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Fonte: http://www.ipb.org.br/portal/historia/75-oqueeipb
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
BOAS VINDAS
Olá, seja bem vindo! Este é o blog da Igreja Presbiteriana
de Pintadas, uma Igreja comprometida com o Evangelho! O nosso propósito é
conduzir você e sua família ao amor de Deus!
“E nós conhecemos e cremos no amor que Deus
tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e
Deus nele.” (1Jo 4:16).
Em Cristo,
Pr. Izaias Sabino[1]
terça-feira, 4 de outubro de 2011
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